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12ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da cidade de São Paulo

Comitê Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo

ObservaSampa

4ª reunião ordinária em 29 de novembro 2019

Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Marilia Roggero e equipe Geoinfo e de representantes das seguintes secretarias: Inovação e Tecnologia (SMIT), Cultura (SMC), Controladoria Geral do Município (GCM), Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET), Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), Saúde (SMS), Justiça (SMJ), Esportes e Lazer (SEME), Assistência Social (SMADS), Pessoa com Deficiência (SMPED) e Habitação (SEHAB).

Pontos da reunião:

- Balanço das atividades 2019;

- O papel do Comitê;

- Atividades 2019.

 

Marilia – Inicia explicando que essa será a última reunião do ano e que precisaremos rever o papel do Comitê. A coordenação sugere um novo formato mais enxuto, com apenas duas reuniões gerais no ano (ordinárias), uma no mês de abril e outra no mês de outubro, e proposição de reuniões setoriais. Depois tratou da questão do balanço de atualização de indicadores, com cerca de 57% atualizados para o ano de 2018 e outros 32% parados no ano de 2017. Dentre os indicadores que não estão atualizados, muitos deles são os oriundos do Censo Demográfico IBGE, ou seja, temos que aguardar o censo de 2020. Outros ainda são do antigo Programa de Metas ou do PPA. A Amanda (SMDHC) achou boa a proposta do comitê criar grupos menores de discussão e trouxe o exemplo dos trabalhos realizados na SMDHC, e também falou da questão da aproximação da equipe Geoinfo com o pessoal da coordenação da política do imigrante e da análise das bases de dados das secretarias. Sugestão de mapeamento de indicadores de alguns setores para saber que público determinada política atinge. Disse que é interessante trabalhar com os dados do banco de dados, como por exemplo, de algumas políticas para as quais não existem muitos indicadores consolidados, como a política do imigrante.

Pessoal da Cultura chegou um pouco depois e foi inserido na discussão sobre grupos menores de trabalho. A Thais (SMDET) sugeriu a aproximação dos trabalhos do Comitê com outros órgãos públicos que tenham observatórios ou mesmo da sociedade civil que discuta indicadores. Ela solicitou na SMDET um levantamento de como os observatórios se estruturam e como discutem indicadores e ficou de compartilhar com a equipe do ObservaSampa. Outra observação foi o convite para participação de especialistas de uma área temática específica.

Marilia explica também a participação da equipe Geoinfo na comissão dos ODS e que também já foi iniciada uma classificação dos ODS na plataforma do ObservaSampa. Além disso, Marilia explica a aproximação que se pretende fazer com a sociedade civil, via Rede Nossa São Paulo e/ou outras ONGs que trabalham com indicadores sociais. Essa aproximação visa facilitar o intercâmbio de dados e também ampliar a divulgação dos dados municipais.

Marcos Vinicius (SMC) perguntou como seriam as reuniões setoriais. Marilia explica que será do mesmo jeito que anteriormente, organizada via troca de e-mails e/ou por contato telefônico para marcar as reuniões ou sugerir a formação de grupos de discussões intersecretariais. Rafael (SMC) tratou da questão dos eventos da cultura serem de formatos diversos e que isso dificulta a coleta de dados, o que prejudica análises sobre políticas desenvolvidas por essa secretaria. Perda de foco devido a organização de dados e formulação de indicadores. A base interna da Cultura tem dificuldades com a coleta sistemática.

A Sylvia (SMS) acredita que seja importante ter essa diversidade de indicadores em uma plataforma, mas que esses dados são muito ampliados, não são indicadores que necessariamente o pessoal da saúde trabalha no cotidiano. O que vem do ODS já vem de uma ideia global. Sylvia sugere pensarmos se estamos falando da cidade ou das prioridades da gestão. Ambos são válidos. Ela sugere revisão nos indicadores, pois acredita que devemos pensar que tipos de indicadores poderiam expressar melhor algumas políticas públicas. Experiência do painel na SMS, atualizado mensalmente, com estrutura mensal e um grupo menor para discutir que caminho seguir. Ela explicou os ganhos desses grupos de discussão na SMS. Elenco de indicadores da saúde são discutidos com a Gestão. Qual é o foco do ObservaSampa?

Rafael (SMC) diz que existem alguns indicadores de equipamentos que não expressam muito sobre os eventos que a secretaria promove. Esses indicadores de equipamentos por população não são suficientes.

Sylvia (SMS) disse que o mais importante é sempre discutir indicadores. Se pegarmos a questão do número de UBSs pela população já temos o suficiente, mas para discutir a questão da geografia da cidade e das desigualdades, temos que olhar para além disso.

Otávio (Geoinfo) reforça que podemos repensar operacionalmente os indicadores na plataforma com as secretarias. Para isso, nada impede de marcar reuniões menores e aprofundar certas discussões setoriais e discutir metodologias além das reuniões ordinárias convocando, caso necessário, reuniões extraordinárias.

Marilia pontuou que a equipe ObservaSampa continuou com os cursos de capacitação na EMASP e também no TCM. Finalmente, destacou que 63% dos indicadores disponibilizados não estão desagregados.

Marilia finalizou a reunião e propôs os seguintes encaminhamentos:

  • Estruturar no início de 2020 – criação de grupos temáticos: SMC, SMDHC e SMADS? Outras sugestões;
  • Repensar os indicadores em 2020 – Saúde pode ser o piloto;
  • Organização dos dados na plataforma – Grupos setoriais;

 

Última Atualização: 03/12/2019 11:57:39

11ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da cidade de São Paulo

Comitê Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo

ObservaSampa

2ª reunião ordinária em 30 de maio 2019

Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Marilia Roggero. Presença da Coordenadora do Geoinfo (Luciana Pascarelli dos Santos) e equipe Geoinfo; do convidado Luiz Henrique Proença Soares (Fundação Seade); e de representantes das seguintes secretarias: Inovação e tecnologia (SMIT), Cultura (SMC), Controladoria Geral do Município (GCM), Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET), Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC),  Saúde (SMS), Licenciamento (SEL), Governo (SGM), Fazenda (SMF), Justiça (SMJ), Esportes e Lazer (SEME), Assistência Social (SMADS), Pessoa com Deficiência (SMPED).

Pontos da reunião:

1) Apresentação do Assessor Técnico da Fundação SEADE Luiz Henrique Proença, abordando:

    Origem dos indicadores;

    Importância das estatísticas em políticas públicas e momento difícil das pesquisas na atualidade;

    Importância do trabalho a partir de registros administrativos para se criar indicadores;

    Quais tipos de dados e/ou trabalhos a Fundação SEADE desenvolve;

     Os avanços tecnológicos e os big datas.

2) Questões do Programa de Metas e do PPA;

3) Apresentação do novo site do ObservaSampa.

 Questões levantadas sobre a apresentação do Luiz Henrique e do novo sistema ObservaSampa:

Dados de nascimento e óbito - Sylvia da Saúde, pergunta sobre os registros de nascimento e óbito que o SEADE obtém via cartório. O governo municipal processa o dado primário de todas as cidades, porque o SEADE utiliza os dados via cartório? Resposta: Em todo o Brasil quem processa esses dados é o IBGE, e o IBGE obtém esses dados via cartório. O SEADE históricamente faz para SP, no resto do Brasil é o IBGE. O SEADE utiliza os dados do órgão oficial que é o IBGE e faz outros tipos de projeções mais aprofundadas. O município coleta esses dados com base na declaração de nascimento e/ou óbito, então a informação essencialmente é a mesma. Pode haver alguma divergência no que se refere ao local de residência, pois às vezes quem dá entrada no serviço de saúde é um parente e/ou conhecido que declara o seu endereço e não o endereço de quem faleceu.  (Sylvia) Essa informação está ligada ao Ministério da Saúde? Luiz Henrique responde que sim, a sistematização primeira é do MS que, posteriormente, os cartórios trabalham e os órgãos recebem tabulado, garantindo assim a homogeneidade da informação e de qualidade do conjunto da informação. A diferença é que para SP o SEADE faz isso e para o resto do Brasil é o IBGE que faz; há questões metodológicas e questões burocráticas, mas seria interessante se pudéssemos convergir para um sistema único de trabalho.

Lei geral de proteção de dados – Maria Lumena da Controladoria pergunta o que Luiz Henrique acha da Lei geral de proteção de dados. Se ela impacta principalmente as pesquisas amostrais. Resposta: A lei aprovada está no prazo de carência, esperando a sançao presidencial antes de entrar em vigor (parece que a sanção aconteceu anteontem). Há a excepcionalização das instituições de pesquisa e de produção de estatística , que já tomam o cuidado de não divulgar dados pessoais. Os protocolos que adotamos no SEADE foram mencionados na apresentação, e é o caso também do IBGE que pratica esse cuidado há muito tempo. Então, diretamente, a lei não trará impacto. Entendemos que se uma informação individual é revelada, nunca mais o pesquisador entrará na casa de ninguém para fazer pesquisa. Quando se aplica um questionário da PED por exemplo, pergunta-se a renda, o estado civil das pessoas, quem migrou, etc. Se eu individualizo e identifico essa informação, acabou a pesquisa. No caso dos big datas as informações são vendidas indiscriminadamente. Nas instituições públicas, como por exemplo a Secretaria da Fazenda, aplicam-se sanções gravíssimas ao funcionário que revelar informações sigilosas. Porém, existe um uso privado, novo e muito recente, e que nós estamos tateando, mas as empresas também estão tateando. Ninguém sabe muito bem onde está a agregação de valor dos big datas, quanto vale, o que pode ou não ser vendido, as questões de privacidade. Outro dia fizemos um seminário com o comitê gestor da internet e perguntávamos algo parecido, mas e a privacidade? E eles nos disseram que a privacidade é cláusula vencida: “esquece, acabou”. O que nós temos que tentar controlar é o uso das informações. As grandes empresas, os big-brothers da vida,  sabem tudo o que estamos falando agora, sabem onde compramos, os sites visualizados, eles sabem tudo, mesmo. Com nome, sobrenome, RG e CPF. Claro que os mais velhos ficamos imaginando um cara lá com fone de ouvido escrevendo tudo, mas não é isso, é aquele “mundão” dos big datas. A lei no primeiro artigo cria três ou quatro categorias que excepcionalizam e dão tratamento específico, o que não significa liberdade total, e então, ela remete para outros dois artigos 11 e o 17 (se não me falha a memória).

A elaboração e o uso dos dados/indicadores dentro da própria administração pública – Luciana (Geoinfo) pergunta sobre o uso dos dados e dos indicadores, pois muitas vezes, internamente à PMSP, questiona-se quem são os usuários das informações.  Também discute-se a qualidade dos dados que vêm sendo produzidos e o cuidado de como esse dado é coletado e gerido, pois impacta diretamente na elaboração e monitoramento de políticas públicas, e sobretudo, no investimento que se faz nessa área.  Na prefeitura temos a experiência, (implementamos ações), e deixamos a parte dos dados por último. Em muitos setores, essa etapa não tem o valor que nós, aqui (neste Comitê), defendemos e brigamos para que se tenha. Há também outra questão, a da existência de observatórios de indicadores independentes entre si ou centralizados em um só. O que vemos na cidade de SP são alguns observatórios específicos, em algumas áreas temáticas e perguntamo-nos se isso seria uma boa prática ou não. Se seria importante integrar todas essas iniciativas num grande observatório. Se conseguimos, além de gerar os dados, pensar em indicadores e também em índices mínimos de qualidade para cada indicador.  Essas questões estão na Lei 14.173 que nós aqui do Comitê temos que responder. A lei indica os temas e a PMSP deve estabelecer os índices que devem ser cumpridos de alguma política, isso é possível? Resposta: A respeito do uso dos dados: no SEADE também nos perguntamos sobre essa questão. Para que serve o SEADE? Quem usa as informações geradas? E às vezes chegam pessoas com um certo poder e dizem que nunca usaram informações do SEADE. Mas o que podemos fazer? As instituições produtoras de estatísticas precisam fazer um esforço grande para conseguir falar a linguagem dos usuários. Mas quem são os usuários? São usuários, desde o estudante do 2º grau que precisa fazer um trabalho escolar a uma pessoa que vai elaborar uma política pública de grande envergadura;  ou ainda, uma pessoa que vai decidir onde instalar uma fábrica, passando também pelos acadêmicos. É um usuário que não tem “cara” mas temos que usar uma linguagem que todo mundo entenda. Você perguntou também sobre o uso dentro do setor público, sobre as informações que são produzidas por todos. Qual é a impressão que eu tenho durante esses anos de experiência dentro de diversas instituições: nos escalões técnicos-intermediários e técnicos-elevados acredito que existe o uso de indicadores para as atividades cotidianas e que nesse escalão, as pessoas sabem, por exemplo, que o SEADE existe. Os escalões superiores (secretários, etc) muitas vezes não sabem. Se eles não tem origem na administração pública, ou se eles estão num nível muito elevado da administração pública, muitas vezes, dados e indicadores não fazem parte das suas atividades cotidianas. No entanto, tem havido cada vez mais demanda para o SEADE fazer pesquisas e para a gente produzir indicadores, para produzir números que sejam capazes de embasar as políticas públicas. Assim os usos são diferenciados, no escalão técnico profissional o pessoal sabe o que precisa, onde buscar, etc. No alto escalão varia muito e vai de acordo com o perfil do governante e sua equipe. Com relação aos observatórios há uma febre nos últimos quinze anos (mais ou menos), de criação de observatórios que querem dizer coisas muito diferentes. Há  observatórios sobre a realidade socioeconômica em torno de uma determinada política, há observatórios sobre o que acontece nas políticas públicas e ainda, ha observatórios que procuram conjugar essas duas dimensões. Eu acho que fazer um observatório único, centralizado, é complicado, por que as políticas públicas apresentam especificidades grandes.  O que é ruim é cada observatório ficar isolado, sem estabelecer mecanismos de articulação, fóruns de discussão, plataformas comuns, conjuntas. Nós no SEADE estamos tentando montar uma plataforma de informações econômicas, pois, apesar de o Estado de São Paulo ser a terceira economia da América Latina, não existe um lugar para pensá-lo sob este aspecto. Estamos tentando criar uma plataforma que seja comum aos parceiros que se debruçam sobre os aspectos econômicos do estado. Pode ser interessante identificar observatórios específicos  e também criar um outro que dê a noção de aspectos sobre as condições de vida. Acho que construir um Observatório centralizado que dê conta de todos os setores, me parece difícil, é até metodologicamente difícil. Os setores apresentam dinâmicas próprias. Existem setores que têm informação muito estruturada, como é o caso da saúde e educação, mas outros, como turismo, só existem pouquíssimas informações. Observatório de saúde, educação, condições de trabalho, são coisas específicas. A última questão colocada refere-se aos índices de qualidade dos indicadores. É viável, existe literatura vastíssima, é necessário escolher indicadores que sejam sensíveis ao que se procura medir. Devem ser construídos setorialmente e, eventualmente, pode-se construir indicadores mais sintéticos. Por exemplo, a SEADE tem o IPRS, o Índice Paulista de Responsabilidade Social; é um indicador sintético, que surgiu um pouco no âmbito da insatisfação com o IDH para medir realidades municipais. Enquanto o IDH acaba focalizando a questão da renda, a gente procurou acrescentar quatro dimensões ao IPRS: saúde, longevidade, renda (riqueza) e escolaridade. Ao invés de fazer um ranking, foram criados grupos, por tipo de situação, para classificar os municípios.

Construção de indicadores/proliferação de sistemas: Marilia (Geoinfo) comenta que o avanço tecnológico proporcionou, ao longo da última década, a criação de uma série de sistemas e a construção de indicadores diversos, cada um com seu sistema, o que também dificultou o acesso para o munícipe que não sabe onde buscar a informação. Temos na PMSP o Infocidade, a Plataforma da saúde, da educação, o Observasampa, por exemplo. O municípe também pode solicitar informação pelo e-sic e ha uma possibilidade de virar uma confusão de informações. Com esse amontoado de dados, sistemas e informações, como não se perder diante desse cenário? Resposta: Essa proliferação é decorrente da própria informatização da sociedade e da administração pública. Antes não havia cadastros disponíveis, antes era tudo feito manualmente. Como controlar? Não controla; mas é possível esforços desse tipo, como é o Comitê; fazer plataformas comuns, o que muitas vezes não é fácil porque um utiliza para processar o “R”, outro o “Spss” e o outro o “Sas”. E ainda existe o processo de armazenamento dos dados na nuvem. Faz-se um processo de licitação e quem ganha é o Google, ou Amazon ou outro ainda, e como é que isso tudo “conversa”? Há uma fragmentação que é determinada pelo mercado e pelo desenvolvimento da economia capitalista e pronto. Não adianta achar que vamos conseguir brecar. Por isso, reuniões desse tipo, de gente conversando com gente, é sempre importante. Há a importância de alguns órgãos centrais, mas que não sejam centralizadores. Uma coordenação (que opere) pelo convencimento. Em geral quem trabalha no setor público tem essa forma de pensar.

Sobre o SEADE e suas pesquisas – José Benedito (Geoinfo) pergunta sobre o SEADE. Com relação aos banco de dados, cada pesquisa tem o seu banco? Cada pesquisador tem autonomia do seu servidor? Resposta: Do ponto de vista tecnológico a gente tem uma superintendencia de informática, enxuta, que dialoga muito com as áreas, que fornece só o que antigamente se chamava de hardware.  Mas as áreas tem autonomia em relação às suas ferramentas de análise.  No ano passado fizemos uma licitação e agora, parte de nossas bases de dados estão na nuvem. O que na prática não quer dizer nada, quer dizer que os dados são armazenados em um terceiro lugar que você não sabe onde é. Isso para guardar a informação. O armazenamento da informação é gerenciado por esse setor, mas tudo isso terá que ser ampliado, não pela capacidade de armazenamento, mas sim pelo processamento e pelo acesso às ferramentas de análise de grande quantidade de dados. Nós adoraríamos ter uma base de dados unificada, que permitisse cruzar informações da PED, com outra informação que não necessariamente é de natureza amostral. Ou ainda, cruzar a RAIS com a oferta de cursos da Fundação Paula Souza (por exemplo). São situações que ainda não conseguimos concretizar. Essas bases tem características específicas que dificultam os cruzamentos. Acho que no futuro conseguiremos, pois o pessoal do big data já está cruzando tudo com tudo.

Observatório do trabalho – Thais (SMDET) comenta que a Secretaria têm o Observatório do Trabalho em uma parceria com o Dieese. Uma das dificuldades encontradas é a necessidade de obter dados desagregados por distrito e um dos calcanhares de aquiles é a informalidade (do mercado de trabalho). Como captar essa informação? Não conseguimos mensurar isso no nosso Observatório. Resposta: A informalidade no mercado de trabalho capta-se via pesquisas domiciliares, por meio de perguntas. O IBGE está tentando conseguir essa informação. Já que vão economizar no censo, por que não investem mais na PNAD – contínua? Se tiver um dado para o município de SP já ajuda, uma vez que a prefeitura pode patrocinar uma pesquisa do tipo domiciliar. Pesquisas por celular hoje são muito baratas perto das (pesquisas) amostrais antigas e conseguimos resultados interessantes. A informalidade, basicamente consegue-se captar com pesquisas domiciliares.

Em seguida, os representantes do Programa de Metas (PM) (Vinícius/SGM) e do PPA (Sandro/SMF) deram explicações de como enviar as atualizações dos indicadores. Em síntese:

- Depois do processo de repactuação do PM e de mudanças significativas nos indicadores que impactem no  ObservaSampa a proposta é que as atualizações devem ser feitas no PM anterior e depois enviadas para o ObservaSampa. As metas mantidas terão os indicadores atualizados. No caso dos indicadores que não fazem mais parte do PM, cada secretaria deverá avaliar se permanece ou não na plataforma. Em relação aos novos indicadores, cada secretaria avaliará o que deve ser colocado no Observasampa. Essa discussão deverá ocorrer no segundo semestre de 2019 com cada secretaria.

- A Secretaria da Fazenda com base nas informações sobre os indicadores preenchidas por todas as secretarias (planilha), encaminhará com Marilia e Otávio como subir esses indicadores para a plataforma.

 Apresentação do site:

Marilia (GeoInfo) mostrou em ppt como ficará o site do ObservaSampa e as maneiras de fazer a carga dos indicadores no sistema. A questão dos dados abertos e funcionamento do site repaginado.

Sylvia (SMS) apresentou uma preocupação desencadeada pela pelas discussões trazidas pelo Luiz Henrique. Qual é o objetivo do ObservaSampa? Essa mistura de dados! Eu tenho sentido falta de discutirmos aqui qual é principal objetivo desse observatório. É interessante poder responder para o TCM onde estão os indicadores de saúde; como trabalhamos com indicadores há bastante tempo sinto falta da discussão.

Eu vejo o Observatório como um lugar onde posso obter informações sobre a situação de saúde da cidade de SP. Uma visão epidemiológica. O mesmo indicador, se eu for passar para o PPA, terei que me preocupar em passar o que o município de SP tem feito com relação à saúde pública. Dependendo do interlocutor dá-se um sentido para o indicador,  por exemplo, para o munícipe é de uma forma, para o TCM é mais voltado para assuntos da gestão.  Vamos pensar em conversar e rever esses indicadores. Resposta Marilia:Concordo. É preciso revisar os indicadores de tempos em tempos. E cada secretaria nos informa a melhor forma de montar o indicador, qual é a desagregação mais adequada. A gente precisa atender a lei e depois? A proposta que a Rossella trouxe de revisão da lei, vai ser bem importante. Algumas secretarias já haviam iniciado um trabalho neste sentido. Propomos a formação de grupos de trabalho visando a revisão da lei e depois trazer para o comitê.

Por fim, foi tratada também a questão das atualizações dos indicadores de saúde, alterações de fórmula e também de alguns metadados.

Encaminhamentos:

Revisão dos indicadores. A Secretaria da Saúde solicitou, por exemplo, alteração no método de cálculo de alguns indicadores. Importante que façamos revisões periódicas dos dados, metadados, método de cálculo, etc.

Regulamentação e/ou proposta de revisão da Lei 14.173. A proposta é que na próxima reunião dia 26/07 o comitê discuta estratégias para executar essa atividade.

Atualização dos indicadores. Embora a nova plataforma ainda não esteja no ar, iremos atualizar a antiga e posteriormente migrar todos os dados para o novo sistema, portanto, as Secretarias devem enviar normalmente as atualizações.

Discussão do papel do Observatório de Indicadores – tipos de indicadores, qual é o papel do Observatório na PMSP?

Última Atualização: 11/07/2019 17:28:18

10ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo

Comite Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo

Observa Sampa

1ª reunião ordinária em 29 de março 2019

 

Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Rossella Rossetto.

Presenças do Secretário de Desenvolvimento Urbano Fernando Chucre, do diretor em exercício de Geoinfo, José Marcos Pereira de Araújo e de representantes das seguintes secretarias municipais: Verde e Meio Ambiente (SVMA), Justiça (SMJ), Pessoa com deficiencia (SMPED), Assistencia e Desenvolvimento Social (SMADS),Controladoria (CGM), Educação (SME), Habitação (Sehab), Saúde (SMS), Direitos Hunanos e Cidadania (SMDHC), Esportes (SEME), Finanças (SF), Cultura (SMC), Inovação e tecnologia (SMIT).

Pontos da reunião:

Apresentação do Observa Sampa, abordando:

  • marcos legais;
  • papeis das secretarias e da coordenação do Observa Sampa. Renovação dos membros do Comite;
  • a estrutura e funcionalidade da nova plataforma a ser finalizada pela Prodam neste mes de abril e migração dos dados;
  • calendário anual dos trabalhos;
  •  reuniões setoriais para revisão e qualificação dos indicadores
  • Prazo e forma de atualização dos indicadores.

Questões lavantadas sobre a plataforma e respostas à elas:

  • acessibilidade digital. Segundo a coordenadora do Observa Sampa há algumas funcionalidades previstas relacionadas à acessibilidade visual. Verificará outras possibilidades com a Prodam.
  • indicadores relevantes que representem as instituições e não sejam alterados ou substituídos com a mudança de adminitração. A coordenadora aponta que uma das ações, em elaboração, é a revisão da lei 14.153 de jnho de 2006
  • Necessidade de valorização da cultura de gestão por meio de indicadores. Esses devem ser coerentes com os objetivos a serem alcançados (no Observa estão os indicadores mais amplos e nas Secretarias indicadores mais detalhados). Há também demanda do TCM para avaliar políticas mediante indicadores. Os principais conjuntos de indicadores – PPA e Plano de Metas –  estão articulados com o Observa.
  • Importância da atualização periódica dos dados (garantindo a especificidade temporal de coleta pois alguns dados são atualizados mensalmente e outros decenalmente) permitindo estabelecer uma relação positiva com os usuários que procuram os dados

Encaminhamentos:

  • Verificar com a Prodam os recursos do site relativos à acessibilidade (equipe Observa);
  • Montar processo SEI para indicação de membros (
  • Indicar membros para a portaria do Comite ( Secretarias);
  • Publicar portaria com atualização dos membros do Comitê (Observa/ SMDU);
  • Finalizar a plataforma e migração dos dados (Observa/Prodam);
  • Combinar reuniões setoriais (equipe Observa/ Secretarias)

Última Atualização: 05/07/2019 12:18:42

Relatório Anual de Atividades – ObservaSampa (2018)

O Observatório de indicadores da cidade de São vem sendo estruturado desde 2016 de forma a ser o site referência em indicadores sobre o município de São Paulo. Desde então passou por uma série de alterações, desde a página inicial como abas novas referentes aos temas acessibilidade e zeladoria. Dentre as ações realizadas no ano de 2018 destacamos:

1 – Manutenção e ampliação das discussões do comitê Intersecretarial de Indicadores, incluindo apoio ao programa de metas e os plano plurianual. Além disso, as reuniões do comitê são abertas e um espaço onde todos podem sugerir sobre melhorias do site ou mesmo sobre o que seria interessante mensurar para melhorar o desenvolvimento e monitoramento de políticas públicas.

2 – Continuidade das edições do curso sobre indicadores e utilização da plataforma do ObservaSampa. Foram três edições do curso na EMASP com duração de 4 horas cada curso. Uma edição na Escola do Tribunal de Contas do Município e também participação em mesa sobre indicadores de gênero para os estudantes de Gestão de Políticas Públicas na USP Leste. Esses cursos e palestras são importantes para que servidores/cidadãos conheçam o portal, saibam acessá-lo e tenham ciência da importância dos indicadores na formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas implementadas em nosso município.

3 – Participação da equipe ObservaSampa em grupo de trabalho sobre indicadores da Secretaria de Direitos Humanos. A palestra foi dada para todo o grupo de trabalho com a intenção de remodelar e repensar acerca dos indicadores elaborados pela secretaria.

4 – Alteração da página inicial do site com a intenção de facilitar o acesso para os usuários aos indicadores, direcionando-os para os temas.

5 – Aprovação da reestruturação do miolo do site, visando a melhoria da navegação no site e também o acesso à informação e download das tabelas.

6 – Acompanhamento do número de acessos do site por meio de relatórios mensais detalhados.

7 – Atualização dos indicadores realizada em duas etapas – a primeira em maio e a segunda em novembro. Esses dois períodos de atualização foram acertados junto ao Comitê.

8 – Realização de reuniões setoriais com todas as secretarias sempre visando a revisão e atualização dos indicadores que se encontram publicados na plataforma.

9 – Início do projeto de reestruturação da plataforma, visando à facilidade de acessos aos dados via download com previsão de entrega para abril/2019

Última Atualização: 05/07/2019 12:17:45

9ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo

Observatório de Indicadores da cidade de São Paulo

Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores

Data: 05/11/2018

Presenças: SEHAB, SMSU, SMJ, SMDE, SME, SMF, SIURB, SMDHC, SMUL

 Assuntos tratados: Atualizações, Reestruturação do miolo do site, Programa de Metas e PPA

Discussão:

Marilia apresenta a pauta constituída de atualizações – segundo período, Discussão sobre a (re)avaliação dos indicadores e proposição de novos, Reestruturação do site aprovada, Avaliação dos trabalhos realizados em 2018.

Marilia (coordenação) – apresenta a pauta e pergunta se alguém quer falar sobre algum dos itens.

Vinicius (Gestão)– programa de metas. Destaca a importância do alinhamento entre os indicadores do PPA e do Programa de Metas. O programa de metas teve alguns dos indicadores repactuados e por isso sofreram algumas alterações seja no nome ou na metodologia de cálculo.

Marilia (coordenação) – diz que algumas atualizações e revisões foram enviadas pela secretaria de gestão. Falou também das divergências entre os nomes dos indicadores do PPA e do ObservaSampa, mas que se tratam dos mesmos indicadores.

Encaminhamentos:

1)      Revisão dos indicadores via reunião setorial – SEHAB, SMDHC, SMSU;

2)      Cronograma de 2019 – enviar para todos os membros;

3)      Solicitação do envio dos nomes dos membros do comitê para republicação de portaria.

Última Atualização: 05/07/2019 12:15:12

8ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo

Observatório de Indicadores da cidade de São Paulo

Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores

Data: 31/08/2018

Presenças: SMSU, SMG, SVMA, SMPED, SMSu/Suplan, SMC, SF, Siurb, SMDE, SMS, SMSUB, Sehab, SMT, SMJ,TCM gabinete Conselheiro Mauricio Farias e técnicos de SMUL (Observa Sampa e Infocidades)

 Assuntos tratados: atualização dos indicadores do Observa, mudanças no site do Observa, atualizações e fluxo entre Plano de metas e PPA e Observa.

Discussão:

Marilia apresenta a pauta constituída de informes, período de atualização de indicadores (maio e novembro), cursos de capacitação que podem ser dados para as Secretarias. Coloca o motivo da presença dos colegas do Infocidade e coloca a necessidade de ajustes entre alguns indicadores como, por exemplo, o de habitação

Zoraide Sehab – Apresenta a nova diretora de planejamento. Pede que envie solicitação e marquem conversa  específica sobre as diferenças entre a forma de atualização dos indicadores entre Infocidades e Observa.

Vinicios (Gestão)– programa de metas. Salienta que o fluxo de atualização dos indicadores que fazem parte do Plano de metas  é constituído por: envio para gestão (Metas)  e eles enviam para o Observa.

Valdson (Meio Ambiente) – a SVMA não atualizaou os indicadores por estar revendo em função da mudança de pessoas.

Horacio e Harmi (TCM) : explica o porque do interesse dos assessores acompanharem a reunião. O Conselheiro Mauricio Farias  analisa as contas da prefeitura de 2015. Sentem falta de indicadores.  Não querem ficar apenas nos números do orçamento, mas querem observar o PDE, o plano de metas  e os indicadores do Observa para compor a avaliação da prefeitura; querem ver resultados concretos dos gastos. Saúde e educação apresentam os melhores indicadores. Todos os demais, habitação, cultura, meio ambiente, faltam indicadores que mostrem o que vem sendo feito com os recursos.

Marilia: talvez seja necessário rever alguns indicadores que não indicam quase nada. Seria importante ter indicadores de acompanhamento das políticas públicas. Marilia apresenta as mudanças que devem ocorrer nos próximos meses (até o fim do ano) em relação aos “miolos” da plataforma do Observa, isto é como acessar as informações, como apresentá-las, download, etc. As mudanças vão no sentido de simplificar algumas funcionalidades, reduzir as informações que hoje compõe o que se chama de “tabela de dados” e disponibilizar as colunas que realmente interessam. Comenta ainda que os dados serão abertos (CLSX e CSV).

Silvia (Saúde): salienta em relação às diferenças de resultado que muitas vezes depende de como a informação é solicitada: os números aparecem diferente mesmo sendo a mesma fonte. Em relação ao Observa coloca que a funcionalidade de criar um indicador a partir dos dados existentes é complicada porque pode gerar relações cujos resultados não fazem sentido algum e não divulgam uma boa informação. Acha que o Observa deve repensar essa funcionalidade.

Thais (Trabalho): Traz como referencia o site do Observatório do trabalho onde é possível criar tabelas e gráficos a partir de comparações que o usuário faz. Apesar de ser um site mais  simples que o Observa avalia como positiva essa função.

Marilia:  Sugere que os indicadores sejam reavaliados em sua relevância e consistência ate dia 31 de outubro.

Vinicius (Gestão) : Lembra que as linhas de ação das metas viraram indicadores do PPA. Esses indicadores do PPA irão para o Observa. São 70 indicadores de linha de ação

Estevao Fazenda: seria interessante fazer um mapeamento de quem são as pessoas, O ideal seria uma única pessoa

Thais Deficiência:  Dependem de dados de outras secretarias para responder ao indicadores. Marilia ficou de chamar as outras Secretarias para ver os dados que são transversais a essas.

Encaminhamentos:

1)      Revisão dos indicadores por parte das Secretarias ate o dia 31 /10/2018 para a inserção ou exclusão da plataforma do Observa. Os indicadores devem ser revistos em relação à sua relevância para a política ou temas que a Secretarias tratam e quanto a possibilidade de atualização.

2)      Em relação à Sehab.  Observa ficou de enviar solicitação de adequação dos indicadores para que são convergentes com os apresentados no Infocidade. Objetivo: apresentar  mesmos resultados

3)      Em relação à solicitação do TCM.  Observa fará reuniões para identificar indicadores de monitoramento existentes ou que poderiam ser criados e que possam servir ao escopo do tribunal e ao mesmo tempo, para as Secretarias.

4)      Observa fará contato com secretarias que estão relacionadas ao tema pessoa com deficiência para facilitar a obtenção de dados

Última Atualização: 05/07/2019 12:14:34

7ª Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo

ATA da Reunião ordinária do Comitê Intersecretarial de Indicadores – Observa Sampa

GEOINFO/ Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL).

Ocorrida no dia 27 de abril de 2018, no auditório do 18º andar da SMUL.

Presenças:

Presentes: SMIT (Bruna Gonçalves), SMPED (Juliana Del Poente), SMSU (Luis Flávio Rodrigues), SMG (Vinicios Macario), SF (Tácio Piacentini , Sandro Palanca, Estevão Santos), SMTE (Thais Domingues), SMS (Patricia dos Santos), SMDHC (Ricardo Marchiori), SIURB (Pedro Algodoal), (Elisandra Silva), SEME (Samara Seiler), SEHAB (Fernanda Pinheiro e Monica Nogara), SME (Welington Moura e Valmir Freitas), SMUL (Marilia Roggero coord;  Otavio Prado e Rossella Rossetto)

A coordenadora do Comitê, Marilia, abre os trabalhos da segunda reunião de 2018, iniciando a reunião às 14: 40h. Apresenta a proposta de novo layout da pagina do Observa Sampa, que ainda não está no ar.  Informa da inserção de dois novos eixos: acessibilidade e pessoa com deficiência com 14 indicadores e PPA 2018 – 2021 com 45 novos indicadores inseridos.

Marilia propõe que se estabeleça um fluxo único para o envio de dados para o Observa com o objetivo não haver discrepâncias de informações em relação aos indicadores que estão concomitantemente no Plano de Metas e no PPA. Marilia propõe que sejam as secretarias , no momento de enviarem os dados para o Observa, façam também a indicação de quais são do Plano de Metas e do PPA.

Vinicius (SMG) divide os indicadores em dois grupos, sendo que um deles refere-se aos indicadores comuns aos dois instrumentos, Metas e PPA. Para os indicadores comuns concorda ser necessário estabelecer um fluxo único que deveria passar entre a Secretaria de Gestão e Fazenda. Para os demais cada secretaria enviaria para o Observa.

 

Estevao (SF). Concordou na necessidade de alinhar os fluxos. E evidenciou que o ponto critico está na periodicidade da atualização. O PPA tem atualização anual, enquanto o plano de Metas deve ser atualizado com freqüência maior. O fluxo ideal seria da Secretaria da Gestao para Fazenda. Aponta ainda outra questão que é a da necessidade de repactuação de alguns indicadores do Plano de Metas. Essa repactuação pode ser tornar um problema na medida que o plano de metas foi aprovado como  anexo na lei do PPA. Para isso estão discutindo janelas legais que considerem a repactuação dos indicadores.

Vinicios (SMG) aponta que a repactuação estará relacionada à intensidade de algumas metas.Cita como exemplo uma meta da habitação que poderia ser alterada para mais ou para menosAcredita que será mudanças pequenas e pontuais.

Sandro  e Tacio (SF) concordam que  se a mudança for pontual nao sera problema e é melhor mudar a meta.

Marilia apresenta uma questao levantada em curso dado no TCM e que se referia à possibilidade de criar alguma padronização para os indicadores que permitissem ser comparáveis.  Comenta sobre livors do IBGE denominados:  Panorama nacional e internacional da produção de indicadores sociais” e quanto esses estudos poderiam ser úteis para uma certa padronização de indicadores.

Ricardo (SMDH) – fala sobre grupo interno para obter leituras e coletar dados relativos aos vários programas e de casas de atendimento da Secretaria. Pensam em uma espécie de observatório interno de monitoramento dos programas pois os indicadores principais estão no Observa

Outra questão que surgiu refere-se aos dados do Infocidades elaborados por GeoInfo.  Samara (Esportes) propõe alinhar os dados porque da forma como está é de difícil elaboração. Marilia coloca que há uma hipótese de fundir o Infocidades com o Observa para permitir a somatória de esforços e também linguagens diferentes. Tabelas já prontas ao lado de ferramentas para a elaboração de novos dados.

Valmir (educaçao) sita o site do MEC como exemplo de sites que se atualizaram e trazem indicadores de fácil apreensão. Ficou mais fácil e atrativo.

Última Atualização: 05/07/2019 12:13:56

6ª reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo